domingo, 2 de dezembro de 2012




Não é minha culpa a sua projeção!


"Ai você vem e me faz tão bem
Só do teu lado tudo é mais, tudo é tão perfeito e cheira paz
Eu nunca amei ninguém assim eu sei que foi feita pra mim."

quarta-feira, 21 de novembro de 2012



“Quando ameaça doer demais … Ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca sentido.”


Caio Fernando Abreu



Talvez eu até esteja errada, mas que se dane. Se uma pessoa não tem paciência nem pra conquistar minha confiança e afastar meus medos, o que eu posso esperar então? Sou quebra-cabeça de 500 mil peças, quem não tiver capacidade, tenta um jogo mais fácil. Eu supero e agradeço.

Tati B
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"É fácil amar o outro na mesa do bar, quando o papo é leve, o riso é farto e o chopp gelado. É fácil amar o outro nas férias, no churrasco, nas festas ou quando se vê de vez em quando. Difícil é amar quando o outro desaba, quando não acredita em mais nada e entende tudo errado. Quando paralisa, perde o charme, o prazo, a identidade e a coerência. Nessas horas que se vê o verdadeiro amor, aquele que quer o bem acima de tudo. É esse o amor que dura para sempre, na verdade, esse é o único tipo que pode ser chamado de amor"


"Passado se fosse bom era presente"

segunda-feira, 19 de novembro de 2012



"Sou diferente, pois assim atrapalho os iguais!"

domingo, 18 de novembro de 2012



Sou boa no que faço. Gosto do meu tipo. Sou uma bonita estranha, ou uma estranha feia, tenho um aspecto diferente, que não comove nem passa despercebido. E dizem que sou inteligente, e a burrice do mundo é tanta que deixo a modéstia de lado e concordo.


Martha Medeiros

sábado, 17 de novembro de 2012





“Fico pensando às vezes como deve ser bom ligar e dizer “aconteceu algo terrível, sinto que não vou suportar” e ouvir “senta e me espera, to indo agora te ver."


"... aprecio as coisas que o mundo diz ser cafona"




“Sei lá menina, tá tudo tão legal, e um legal tão batalhado, um legal merecido, de costas e pernas doendo, mas coração tranquilo.”




“Sobre todos aqueles que ainda continuam tentando, Deus derrama teu sol mais luminoso.”
Caio Fernando Abreu

sexta-feira, 16 de novembro de 2012



Em tempos em que quase ninguém se olha nos olhos, em que a maioria das pessoas pouco se interessa pelo que não lhe diz respeito, só mesmo agradecendo àqueles que percebem nossas descrenças, indecisões, suspeitas, tudo o que nos paralisa, e gastam um pouco da sua energia conosco, insistindo.


Felicidade depende basicamente de duas coisas: sorte e escolhas bem feitas.
Martha Medeiros.
Cada um carrega contornos e nuances, paz e tragédia, razão e devaneio. Em cada um está depositado aspirações, conspirações, segredos, mas o que para uns é amor para outros é desespero, o que para uns é só viver para outros é intensidade, quando para uns é superfície para outros é profundidade. E assim o mundo segue cheio de paradoxos, pontos de vista, excentricidades, diferenças e idenficações.  Se as vezes somos tão parecidos outras somos diferentes, se as vezes somos os mesmos outras não somos iguais. Se por uma lado somos feitos da mesma matéria por outro temos a tal  subjetividade. Se no fundo somos complexos na superfície somos só gente. Cada história em particular é movida por ensinamentos, aprendizados e experiências adquiridas. Existem pudores que precisam ser respeitados, existem dramas que precisam ser expostos, existem palavras que não precisam ser ditas e lágrimas que tem de ser derramadas. É necessário entrar no universo do outro respeitando os limites, os sinais vermelhos, a hora de voltar.
 
Natan Gaia

 

"Você é o que é, um imperfeito bem-intencionado e que muda de opinião sem a menor culpa."

"Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar."

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012


"Só uma coisa a favor de mim eu posso dizer: nunca feri de propósito. E também me dói quando percebo que feri. Mas tantos defeitos tenho. Sou inquieta, ciumenta, áspera, desesperançosa. Embora amor dentro de mim não falte."

quinta-feira, 18 de outubro de 2012


 "A amizade é , acima de tudo, certeza – é isso que a distingue do amor."
"Purifica o teu coração antes de permitires que o
amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda
num recipiente sujo."

Pitágoras

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

domingo, 2 de setembro de 2012

Amar é coisa de gente corajosa.


"Amar é virtude pra poucos. Amar é arte, é loucura, há percas, há ganhos, hematomas, vez em quando, um sangramento daqui, outro colá. Amar é coisa de gente corajosa. E requer jogo de cintura. Tem cara feia, mal humor, discussão, ciúmes, esf
riamentos, brigas, tolices e uns lançamentos de vidro pelos cômodos da casa. Mas amor é companhia, é cuidado, afago, compreensão por um olhar, abraço que acolhe, beijo de ternura, cafuné que chama o sono e conchinha que protege. Amor nunca vem sozinho. As vezes chega antes da companheira de viagem, as vezes depois. Mas nunca vem só, carrega consigo a paixão. E quando dá breu, lá vem a chama, consumindo a casa toda. Nem de menos, nem demais. O bastante."


— Aghata Paredes.

sábado, 1 de setembro de 2012



Então estou feliz - como a aranha, vivendo do que teço.

O barulho que o silêncio faz



"É esse meu jeito de dizer tudo em meio ao silêncio que tanto te incomoda, não é? Eu sei, mas sempre acreditei que o silêncio diz mais do que qualquer palavra. Você precisa entender isso, meu bem. Tudo aquilo que não sai da minha boca eu esvazio em um olhar. E eu sei, isso é mais do que um defeito, é insuportável. Dizer não quando se quer dizer sim, fugir daquilo que provavelmente te faria feliz. Mas fazer o quê, pessoas são complicadas, sentimentos mais ainda."

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

sábado, 4 de agosto de 2012



Confesso que preciso de sorrisos, abraços, chocolates, bons filmes, paciência e coisas desse tipo.
[Caio Fernando Abreu].

terça-feira, 31 de julho de 2012

domingo, 29 de julho de 2012

 
"Parcele a saudade. Ela é insuportável quando deixamos para lembrar tudo num só dia."
(Fabrício Carpinejar)


"Não tenho nada a ver com explosões”, diz um verso de Sylvia Plath. Eu li como se tivesse sido escrito por mim. Também não faço muito barulho, ainda que seja no silêncio que nos arrebentamos.
  Tampouco tenho a ver com o espaço sideral, com galáxias ou mesmo com estrelas. Preciso estar firmemente pousada sobre algo — ou alguém. Abraços me seguram. E eu me agarro. Tenho medo da falta de gravidade: solta demais me perco, não vôo senão em sonhos.
  Não tenho nada a ver com o mato, com o meio da selva, com raízes que brotam do chão e me fazem tropeçar, cair com o rosto sobre folhas e gravetos feito uma fugitiva dos contos de fada, a saia rasgando pelo caminho, a sensação de ser perseguida. Não tenho nada a ver com cipós, troncos, ruídos que não sei de onde vêm e o que me dizem. Não me sinto à vontade onde o sol tem dificuldade de entrar. Prefiro praia, campo aberto, horizonte, espaço pra correr em linha reta. Ou para permanecer sem susto.
   Não tenho nada a ver com boate, com o som alto impedindo a voz, com a sensualidade comprada em shopping, com o ajuntamento que é pura distância, as horas mortas desgastando o rosto, a falsa alegria dos ausentes de si mesmos.
   Não tenho nada a ver com o que é dos outros, sejam roupas, gostos, opiniões ou irmãos, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto. Se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é ainda mais estranho do que eu mesma.
  Não tenho nada a ver com cenas de comerciais de TV, sou um filme sueco, uma comédia britânica, um erro de adaptação, um personagem que esquece a fala, nada possuo de floral ou carnaval, não aprendi a ser festiva, sou apenas fácil.
  Não tenho nada a ver com igrejas, rezas e penitências, são raros os padres com firmeza no tom, é sempre uma fragilidade oral, um pedido de desculpas em nome de todos, frases que só parecem ter vogais, nosso sentimento de culpa recolhido como um dízimo. Nada tenho a ver com não gostar de mim. Me aceito impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei.
   Não tenho nada a ver com galáxia, mato, boate, a vida dos outros, os comerciais de TV e igrejas. Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.


Minto, tenho tudo a ver com explosões.