sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Reflita
| Ela: | Pegue esse copo. |
| Ele: | Peguei. |
| Ela: | Agora solte-o no chão. O que houve com o copo? |
| Ele: | Ele se quebrou, por quê? |
| Ela: | Agora pede desculpa e vê se ele fica inteiro novamente. |
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Nunca imaginei um dia
Até alguns atrás, eu costumava dizer frases como “eu jamais vou fazer isso” ou “nem morta faço aquilo”, limitando minhas possibilidades de descoberta e emoção. Não é fácil libertar-se do manual de instruções que nos autoimpomos. Ás vezes, leva-se uma vida inteira, e nem assim conseguimos viabilizar esse projeto. Por sorte, minha ficha caiu a tempo.
Começou quando iniciei um relacionamento com alguém completamente diferente de mim, diferente a um ponto radical mesmo: ele, por si só, foi meu primeiro “nunca imaginei um dia”. Feitos para ficarem a dois planetas de distância um do outro. Mas o amor não respeita lógica, e eu, que sempre me senti tão confortável num mundo planejado, inaugurei a instabilidade na minha vida. Prendi a respiração e dei um belo mergulho.
A partir daí, comecei a fazer coisas que nunca havia feito. Mergulhar, aliás, foi uma delas.
Muitas coisas vetadas por causa do “medo do ridículo” receberam alvará de soltura. O ridículo deixou de existir na minha vida.
Não deixei de ser eu. Apenas abri o leque, me permitindo ser um “eu” mais amplo. E sinto que é um caminho sem volta.
Já que é improvável que 2012 seja diferente de qualquer outro ano, que a novidade sejamos nós.
[Martha Medeiros]
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