"Ah! Mas quando dois olhares se cruzam, duas mãos se enlaçam, duas bocas
se tocam e um abraço se faz presente. Quando o toque é sentido desde a
pontinha do dedo do pé até o cabelo. Quando, por qualquer coisa, por
mais boba que seja, faz lembrar alguém, quando a saudade é tanta que se
faz qualquer coisa pra estar perto, quando pedrinhas são atiradas na
janela, quando o celular apita, quando se espera o dia todo, ouvir a voz
de quem tanto se gosta. Quando a primeira coisa em que
você pensa, ao acordar, é aquela pessoa, e quando vai dormir…Quando dá
aquele friozinho na barriga ao ver, mesmo que ainda distante, indo ao
seu encontro. A alegria da chegada. E as carinhas tristes, da partida.
Como se quando estão juntos, fosse sempre a primeira vez de tanto que se
olham, e conversam. E sempre a última, querendo aproveitar ao máximo,
se tocar, se ter. Porque nunca ser sabe. Nem saberá. Mas se quer. Se
querem. Se querem muito. Como se nunca fosse o suficiente." terça-feira, 3 de julho de 2012
"Ah! Mas quando dois olhares se cruzam, duas mãos se enlaçam, duas bocas
se tocam e um abraço se faz presente. Quando o toque é sentido desde a
pontinha do dedo do pé até o cabelo. Quando, por qualquer coisa, por
mais boba que seja, faz lembrar alguém, quando a saudade é tanta que se
faz qualquer coisa pra estar perto, quando pedrinhas são atiradas na
janela, quando o celular apita, quando se espera o dia todo, ouvir a voz
de quem tanto se gosta. Quando a primeira coisa em que
você pensa, ao acordar, é aquela pessoa, e quando vai dormir…Quando dá
aquele friozinho na barriga ao ver, mesmo que ainda distante, indo ao
seu encontro. A alegria da chegada. E as carinhas tristes, da partida.
Como se quando estão juntos, fosse sempre a primeira vez de tanto que se
olham, e conversam. E sempre a última, querendo aproveitar ao máximo,
se tocar, se ter. Porque nunca ser sabe. Nem saberá. Mas se quer. Se
querem. Se querem muito. Como se nunca fosse o suficiente."
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